Monarquia X República
Publicado em: 09/04/2010 Brasil Imperial.org.br | |
A Monarquia é uma forma de governo moderna e eficiente. Das 12 economias mais fortes do mundo atual, 8 são monarquias. A República está sendo questionada em vários países, pois não tem solucionado seus problemas. Haja vista que, das 165 repúblicas atuais, só 11 mantêm regime democrático há mais de 20 anos. O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e longo prazo. O Presidente tem quatro anos para elaborar e executar o seu projeto de governo, cujo alcance é forçosamente limitado. O Monarca não tem interesse em interromper os projetos de seus antecessores, dos quais participa antes mesmo de subir ao trono. O Presidente quer executar o seu próprio projeto e, com freqüência, interrompe as obras dos antecessores. Em geral, não consegue completar os projetos iniciados por ele, que serão igualmente abandonados por seu sucessor. O Brasil, como Império, era um país do primeiro mundo, junto com os Estados Unidos da América, Inglaterra e Alemanha. A República conduziu o Brasil à condição de país do terceiro mundo, do qual a tendência é descer mais. Se tivéssemos mantido a Monarquia, os sucessores de D. Pedro II, até agora, teriam sido apenas três. No mesmo periodo de um século, tivemos 43 Presidentes, com igual número de mudanças de rumo e outro tanto de crises, golpes, instabilidades e ditaduras. A imprensa costuma citar, com destaque, como exemplo de decadência da Monarquia, a conduta do Príncipe Charles e sua tumultuada relação com a Princesa Lady Di. Só que a Rainha de nada é acusada e, a sabedoria britânica, no devido tempo, saberá encontrar tranquilamente o sucessor de Elizabeth, sem solução de continuidade para a vida da nação. Quem não se lembra, na República brasileira, da conduta reprochável de esposas, filhos, irmãos, genros e outros familiares ou agregados de tantos Presidentes, gerando inclusive, crises institucionais? Parlamentarismo autêntico só com Monarquia, pois o Monarca é suprapartidário e tem posição equânime em relação aos partidos. No parlamenterismo republicano, o Presidente é eleito e sustentado por conchavos de partidos e grupos econômicos, e tende a ter posição facciosa. Na Monarquia, o Monarca é um amigo e aliado do seu Primeiro-ministro. Na República, o Presidente é um concorrente ou um inimigo de seu Primeiro-ministro. O Monarca é o símbolo vivo da nação, personifica sua tradição histórica e lhe dá unidade e continuidade. O Presidente da República tem mandato de apenas quatro anos e é eleito por uma parte geralmente minoritária da nação. Por isso não a personifica, nem lhe dá unidade. É função do Monarca, segundo o Imperador Francisco José da Austria, defender o povo contra os seus maus governos. Rui Barbosa afirmou que "o mal irremediável da República é deixar exposto às ambições menos dignas o primeiro lugar do Estado", isto é, o Chefe de Estado. O Monarca não está vinculado a partidos nem depende de grupos econômicos, por isso pode influir, com maior independência, nos assuntos de Estado, visando o que é melhor para o país. O Presidente se elege com o apoio de partidos políticos e depende de grupos econômicos, que influem nas suas decisões, em detrimento das reais necessidades do povo e do país. O Monarca é educado desde criança para reinar com honestidade, competência e nobreza, e durante toda a vida acompanha os problemas do país e colabora em sua solução, com independência política e partidária. O Presidente não é educado para o cargo. Não raro, surge como resposta aos interesses de um partido. É como um passageiro de avião, que é eleito pelos demais para pilotar a aeronave, sem que para isto esteja habilitado. O Monarca pensa nas futuras gerações. O Presidente pensa nas futuras eleições. Não se conhece exemplo de Monarca envolvido em negociatas, pois "Rei não rouba". Em todo o mundo são freqüentes os casos de Presidentes desonestos. A dotação de D. Pedro II era de 67 contos de réis por mês, e não se alterou durante os 49 anos de reinado. Com essa dotação ele manteve sua família e sustentou os estudos de muitos brasileiros famosos, como Carlos Gomes, Pedro Américo e o próprio Deodoro. Não havia mordomias. Após a proclamação da República o salário de Deodoro, destinado apenas às suas despesas pessoais - não às do seu cargo -, foi ajustado em 120 contos de réis por mês, e os dos Ministros foram dobrados em relação aos do Império. Na Monarquia, a nação sustenta apenas uma família. Na República brasileira, além do Presidente, a nação sustenta hoje mais 7 ex-Presidentes e suas viúvas. Na Grã-Bretanha, com toda a sua pompa e circunstância, o custo anual para o povo britânico sustentar a Rainha, sua família e todo o aparato é de US$ 1,87 per capita, e no Japão não chega a US$ 0,50. No Brasil, estima-se que a Presidência custe à nação entre US$ 6,00 e US$ 12,00 per capita por ano. As viagens de D. Pedro II eram pagas com o seu próprio dinheiro, e a comitiva não passava de 4 ou 5 pessoas. As viagens presidenciais são pagas com o dinheiro do povo, e a comitiva já chegou a lotar dois Jumbos. No Império havia 14 impostos, e uma norma que dizia: "Enquanto se puder reduzir a despesa, não há direito de criar novos impostos". Hoje, o Brasil tem 59 impostos, e a todo momento surgem propostas para aumentar a carga tributária. O menor salário do Império equivaleria hoje a US$ 275,00 e a diferença entre o menor e o maior era de 12 vezes. O salário-mínimo republicano tem sido inferior a US$ 100,00, e a diferença entre ele e o maior salário de cargo público ultrapassa 200 vezes. O salário de professora equivalia, no Império a US$ 730,00. Hoje, os professores recebem salário "de fome", desestimulando o ensino. Em muitos locais, não chega a um salário-mínimo. A inflação média do Império foi de 1,58% ao ano, apesar das enormes despesas com a guerra do Paraguai. A inflação acelerou logo nos primeiros dias da República, e em 108 anos atingiu 64,9 quatrilhões por cento. Em passado recente chegou a 82,4% ao mês. |
"À Maria Santíssima, Rainha dos Mártires, enderecemos nossas súplicas para que mantenha íntegra a vontade do bem" S.S. Bento XVI
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Qual a diferença entre a monarquia e a república para o BRASIL
domingo, 4 de agosto de 2013
O sacerdócio - São Pedro Julião Eymard
“Devo abraçar a Cruz de Jesus Cristo,
nela me crucificar e querer ser crucificado
por Deus e pelos homens,
até morrer por amor a Ele.”
(São Pedro Julião Eymard)
O Sacerdócio é a dignidade maior que há sobre a terra. Supera a dos reis. Seu império se exerce sobre as almas. Suas armas são espirituais. Seus dons são divinos. Sua glória, seu poder, os do próprio Jesus Cristo.
O Sacerdócio gera as almas à Graça e à Vida Eterna. Possui as
chaves do Céu e do Inferno. Tem todo poder até sobre Jesus Cristo, a
quem faz descer cada dia sobre o Altar, e de quem recebe todo o Poder
gracioso. Pode perdoar qualquer pecado, pois Deus se comprometeu a
ratificar no Céu a sentença dada na Terra.
Poder formidável! Poder divino que ordena ao próprio Deus!
O Anjo é servo do Sacerdote. O demônio treme em sua presença. A
Terra considera-o como seu salvador enquanto o Céu nele vê o príncipe
que lhe conquista Eleitos. Jesus Cristo tornou-o num outro Cristo. É um
Deus por participação. É Jesus Cristo operando.
O Sacerdócio é o estado mais santo. E a vida deve estar em relação com a dignidade.
Quão pura deve ser a vida do padre! Mais pura, afirma São João Crisóstomo, que os raios do sol, uma vez que deve ser um mesmo sol. “Vos estis lux mundi” (Mt 5,14).
Mais incorruptível que o sal, que serve para preservar outras substâncias da corrupção. “Vos estis sal terrae” (Mt 5,13). Mais casto que as virgens. Anjo num corpo mortal, morto já a toda concupiscência.
Quão humilde! Sua humildade deve igualar a
sua dignidade. Tudo quanto o eleva vem do próprio Deus, mas tudo quanto
o rebaixa vem dele mesmo. Por si só é pecado, miséria, nada.
Quão caridosa! Sua caridade deve ser tão
grande quanto o próprio Deus, que não o fez senão o Seu ministro de
caridade e de misericórdia na terra.
Quão doce! Sua doçura deve ser a do seu
bom Mestre, a quem os povos chamavam de a suavidade, a quem as crianças
amavam como a mesma Bondade.
O sacerdote deve ser a imagem viva de Jesus Cristo, até poder dizer a todos, com São Paulo: “Imitatores mei estote, sicut et ego Christi” (I Cor 11,1).
O Sacerdócio é o ministério mais glorioso para Deus
1º – O sacerdote completa a criação divina, elevando o homem a Deus
e refazendo-o à sua imagem e semelhança, maculada e desnaturadas pelo
pecado. “Creati in Christo Jesu” (Ef 2,10). Pelo seu ministério somos recriados em Jesus Cristo.
Ergue as ruínas desse edifício magnifíco e fá-lo numa obra-prima de Graça,
num objeto em que Deus se há de comprazer. O homem batizado torna-se
novamente filho de Deus, enquanto o homem santificado se torna um membro
honoroso de Jesus Cristo, rei espiritual do mundo.
2º – O sacerdote prolonga a missão do Salvador na Terra.
No Altar continua e remata o Sacrifício do Calvário, aplicando às almas os frutos divinos da salvação.
No confessionário, purifica-as no Sangue de Jesus aplicando às almas os frutos divinos da salvação.
No púlpito, publica a Sua Verdade, o Seu Evangelho de
amor. Reflete nas almas os raios desse Sol divino que ilumina o homem de
boa vontade, fecundando-o.
Aos pés do Tabernáculo, adora o seu Deus oculto, por amor,
como os Anjos O adoram em sua Glória. Aí ora pelo seu povo. É o
mediador poderoso entre Deus e o mísero pecador.
No mundo, o sacerdote é o amigo do pobre, consolador nato do aflito; é o homem de Deus. Quão
bela é a sua missão, mas quão santo deverá ser para poder servir
dignamente a Deus e não se perder, como o anjo, pelo orgulho de sua
dignidade!
E como adquirir essa santidade?
Por Jesus Cristo, que o ama e lhe prodigaliza as Suas Graças, os Seus favores.
A águia voa com mais força e mais facilidade que o
passarinho, pois sua força está nas suas asas. A do sacerdote está no
amor régio de Jesus Cristo, seu Mestre.
O Espírito de Jesus no Sacerdote
O sacerdote deve viver do Espírito de Jesus. “Qui adhaeret Domino, unus spiritus est” (I Cor 6,17). “Si quis spiritum Christi non habet, hic non est ejus” (Rom 8,9). Ora, o espírito de Jesus é um espírito de verdade e de amor.
Espírito de verdade
Jesus Cristo veio, qual luz poderosa e divina, dissipar as trevas
do erro. A todos pregou a Verdade de que foi testemunha fiel, até
derramar o Seu próprio Sangue. É a Verdade. “Ad hoc veni in mundum, ut testimonium perhibeam veritate” (Jo 18,37).
Eis a regra, a missão, a coroa do Sacerdote – a minha por conseguinte. Devo viver da Verdade de Jesus Cristo – regra invariável de minha vida. “Vos estis lux mundi” (Mt 5,14). A verdade é toda a minha vida. Dela devo me alimentar cada dia pela meditação, pelo estudo sagrado.
Jesus Cristo fez-me apóstolo, defensor, testemunho desta mesma Verdade, e oxalá, talvez mártir! Jamais
hei de me envergonhar da Verdade de Cristo. Devo, pelo contrário,
intrepidamente, anunciá-la, pura e forte, aos grandes e pequenos, na paz
e na guerra. “Eritis mihi testes” (At 1,8).
A Verdade é minha espada de dois gumes. É o centro de
realeza do meu Sacerdócio. Para lhe ser sempre fiel, é mister que a ame,
dela viva, disposto se preciso for a morrer por ela.
Espírito de amor
Jesus é o Amor divino humanizado, tornado visível e sensível.
1º – O Amor de Jesus é cheio de doçura e misercórdia. “Ecde Rex tuus venit tibi mansuetus” (Mt 21,5). “Discite a me, quia mitis sum, et humilis corde” (Mt 11,29).
Ó quão doce, quão paciente foi esse amor Amor de Jesus para comigo,
enquanto eu O ofendia, enquanto não O amava! Quão caridoso, quão
compassivo para comigo, que me desgraçara pela minha própria culpa
afastando-me dele. Quão paternal, quão honroso, posso dizer, foi o meu
perdão!
Assim também devo proceder em relação ao próximo e nada mais farei
do que aquilo que Jesus já fez para mim, aquilo que me pede em troca de
gratidão.
2º – O Amor de Jesus é generoso. Dá-me
tudo quanto tem – Verdade, Graça, Glória, Vida e Morte, nada se
reservando para Si. Dá-me o Santíssimo Sacramento tudo quanto É.
Que Amor!
Quem me ama assim?
Que Lhe posso eu dar?
Dar-Lhe-ei tudo quanto tenho. Dar-Lhe-ei a mim mesmo. “Dilectus meus mihi, et ego illi!” (Ct 2,16).
3º – A Amor de Jesus é forte como a morte: “Fortis est ut mors dilectio”
(Ct8,6). Em prova disto, quis sofrer fome, sede, pobreza, desprezo,
humilhação por mim. Quis passar pelo sofrimento, dar-me todo o seu
Sangue, morrer na Cruz por entre o abandono, as humilhações, os
desprezos de todo o Seu povo.
Eu era o fim do Seu Amor! “Dilexit me, et tradidit semetipsum pro me”
(Gl 2,20). Devo, por conseguinte, também sofrer pelo amor de Jesus, se
Lhe quiser provar que o meu é desinteressado, e verdadeiro. Devo
abraçar a Cruz de Jesus Cristo, nela me crucificar e querer ser
crucificado por Deus e pelos homens, até morrer por amor a Ele.
“Quis nos separabit a caritate Christi?… Sed in his omnibus superamus propter eum, qui dilexit nos!” (Rm 8,35.37).
(Excertos do livro: A Divina Eucaristia - Volume III – São Pedro Julião Eymard)
sábado, 13 de julho de 2013
Arcebispo argentino assegura postura "firmíssima" do Papa Francisco contra o aborto

O arcebispo da Mendoza (Argentina), dom Carlos María Franzini, recordou que o cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa Francisco, liderou junto à Conferência Episcopal da Argentina (CEA), uma "firmíssima" postura contra o aborto e a favor da vida.
Em entrevista, dom Franzini, que trabalhou durante bom tempo com o Papa Francisco, sublinhou que o cardeal Bergoglio durante os anos da direção do episcopado argentino, "teve uma firmíssima postura a favor da vida, e não poderia ser de outra maneira".
O prelado denunciou que nos últimos anos na Argentina se desenvolve com especial virulência uma sutil estratégia a favor da cultura do aborto que apresenta como "não sendo mal, o que é intrinsecamente mal", a que o Papa Francisco respondeu por muitos anos "com uma ampla batalha a favor da vida em seu mais amplo espectro, desde o início de sua concepção, até a morte natural".
Dom Franzini explicou que há mais de 10 anos a CEA publica sua firme posição contra o aborto e precisou que "em todas estas declarações, estiveram muito presente o pensamento e a mão do cardeal Bergoglio".
"É uma comprometida batalha a favor da vida, não é contra ninguém, mas a favor da vida, que de tantas formas é ameaçada. A vida é ameaçada pelo aborto, e pelos que com eufemismos querem fazer com que não seja um crime", asseverou.
Do mesmo modo, o prelado também deplorou aqueles que colocam em perigo a vida das pessoas promovendo o consumo de drogas ou de álcool e também aqueles que de alguma forma colaboram com tudo aquilo que gera fome ou violência em qualquer de suas formas.
"A batalha a favor da vida tem muitas frentes, e quisemos como episcopado argentino ter mais de uma palavra para estimular o compromisso dos crentes nesta luta", concluiu.
Por sua parte o Papa Francisco se pronunciou em diversas ocasiões contra o aborto, e em uma carta enviada aos líderes do G8 e assinada no último dia 15 de junho, recordou que é necessário defender a vida dos mais fracos "inclusive daqueles que se encontram dentro do ventre de sua mãe".
De igual modo, no dia 12 de maio deste ano, dentro do marco da canonização da primeira santa colombiana, a madre Laura, pediu que se "garanta a proteção jurídica do embrião", e "se proteja o ser humano desde o primeiro instante de sua existência".
"O aborto nunca é uma solução", disse o cardeal Bergoglio em setembro de 2012, depois da publicação de um protocolo para abortos não puníveis na capital argentina.
Fonte: ACI Digital
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Dia de São Luis Gonzaga - Padroeiro dos adolescentes e jovens e dia do seminarista
Conhecido também como São Aluísio Gonzaga ou Aloysius Gonzaga
Nascido em Castiglione delle Stiviere na Lombardia, Itália no dia 9 de março de 1568 e morreu em 20 de junho de 1591 ,beatificado em 1605 e canonizado em 1726 e O Papa Benedito XIII o declarou padroeiro dos estudantes jovens e Pio XI o proclamou padroeiro da juventude cristã.
Luiz era o mais velho dos filhos do Marques de Ferrante de Castiglione que serviu ao rei Filipe II da Espanha e Marta Tana Santena .
A ambição do seu pai era que o seu filho mais velho fosse um grande líder militar.
Na idade de 4 anos ele foi enviado para um campo militar e andava com uma miniatura de armadura militar e com uma espada.
Ele disparou um canhão sem autorização e foi devolvido para casa .
Na idade de 7 anos ele experimentou uma visão espiritual e decidiu a perseguir a vida religiosa.
Ele dizia sua s preces matinais e a noite desde sua infância e agora começava a recitar o Oficio da Bem-aventurada Virgem Maria todos os dias bem como os sete Salmos penitentes e outras devoções.
Quando ele tinha nove anos seu pai o colocou com o seu irmão Ridolfo aos cuidados do tutor Francesco de Medici em Florença para ensina-los o Latin e o italiano puro da Toscania.
Mas Luiz fez mais progresso nos estudos dos santos que nos seus estudos.
Naquele mesmo ano e tomou os votos de castidade.
Daquele tempo em diante ele nunca olhou uma mulher no rosto, nem mesmo a sua mãe.
Dois anos mais tarde em 1579 seu pai mudou os jovens para a corte do Duque de Mantua, que mais tarde o fez governador de Montserrat.
Já com o a idade de 11anos Luiz decidiu renunciar aos títulos e propriedades que tinha herdado.
Logo depois ele contraiu um dolorosa doença renal que o atormentou pelo resto de sua vida.
Mas deu a ele uma desculpa para gastar mais tempo em orações e ler a vida dos santos, escrita pelo grande Surius.
Ele começou a praticar severos e austeros jejuns com pão e água e não acendia fogo ao orar no inverno.
Inspirado por um livro de missionários jesuítas na Índia, ele começou a se preparar com a idade de 12 anos para ser um missionário jesuíta.
Ele reuniu um grupo de jovens pobres e começou a ensiná-los o catecismo durante os feriados de verão em Castiglione.
Em 1581 Don Ferrante foi chamado a servir a Imperatriz Maria da Áustria na sua viagem da Bohemia a Espanha.
Sua família o acompanhou e ao chegarem na Espanha, Luiz e Rodolfo foram colocados ao serviço de Don Diego, príncipe das Austurias como pagens.
Ele teve então que cuidar do príncipe e estudar com ele, mas não se distraia da suas devoções.
Durante o tempo na corte do Dom Diego, Luiz resolveu entrar na Companhia de Jesus .
Obteve primeiro a provação de sua mãe e em seguida disse ao seu pai que queria entrar para a Ordem dos Jesuítas e este furioso não deu a sua permissão até que amigos intermediaram a questão e finalmente Don Ferrante deu seu consentimento provisório.
Não obstante após a morte do príncipe os rapazes foram dispensados dos seus deveres na corte, mas o Marques tentou distrair o seu filho enviando a visitar cortes no norte da Itália em 1584.
Ele esperava que o rapaz sucumbiria a vida fácil e farta na corte italiana.
Quando isto não funcionou seu pai tentou a pressão diplomática Ele e seu amigos tentaram convencer o rapaz de deixar a sua vocação e Don Ferrante o enviou em um sem numero de comissões seculares esperando interessa-lo nos negocioso mundanos.
Mas Luiz não modificou e renovou seu pedido.
Dom Ferrante usou como seu ultimo esforço os dignitários da Igreja para falar com o seu filho a respeito.
Finalmente seu pai foi persuadido quando a Comissão Imperial transferiu a sua sucessão para Rodolfo.
Em 1585 ele finalmente permitiu que a Luiz entrasse para a Ordem dos Jesuítas em Roma.
Em 25 de novembro de 1585 ele recebeu o noviciado jesuíta na Casa de Santo André.
Como tinha sua saúde abalada os jesuítas ordenaram que moderasse a sua austeridade.
Ele era obrigado a descansar, comer mais e era proibido de rezar fora dos horários.
Ele foi mais tarde enviando a Milão para mais estudos e teve uma visão numa oração matinal que não viveria muito mais. Isto encheu seu coração de gloria e alegria.
A sua saúde debilitada forçou o seu retorno a Roma.
No ano seguinte a praga tomou conta de Roma.
Os jesuítas abriram um hospital e a Luiz foi permitido ajudar os pacientes, banhá-los e cuidar deles.
Eventualmente ele contraiu a praga e surpreendentemente sobreviveu após receber os últimos sacramentos.
Uma noite Luiz caiu em êxtase e passou toda a noite neste estado e disse ao seu confesso que iria morrer na oitava de Corpus Christi.
Naquele dia ele estava muito melhor e o Reitor falou até em enviá-lo a Frascati.
Mas Luiz manteve a sua crença que iria morre naquele dia e pediu a extrema unção do Padre Bellarmino.
Logo depois Luiz ficou imóvel as vezes murmurando "em suas mãos Oh Senhor" e com olhos fixos no crucifixo ele faleceu com idade de 23 anos.
Sua biografia bem como suas cartas e os escritos religiosos mostram um caráter e um espirito religioso, sem comparação.
Ele foi enterrado debaixo do altar da Capela de Santo Inácio de Loyola em Roma.
Na arte litúrgica da Igreja São Luiz Gonzaga é geralmente mostrado com um jovem jesuíta com um crucifixo nas mãos ou com uma coroa a seus pés ou com um anjo ao seu lado, ou em êxtase elevado aos céus por anjos .
Ele é o padroeiro dos adoslescentes, dos jovens estudantes e da juventude católica.
Sua festa é celebrada no dia no dia 21 de junho.
LUIZ GONZAGA CRIANÇA
Papa Francisco 100 dias à frente da Igreja
AGÊNCIA ANSA
São Paulo – O papa Francisco completa nesta semana 100 dias à frente da Igreja Católica. O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, foi eleito Pontífice em 13 de março e foi entronado, oficialmente, no dia 19.
A eleição de Bergoglio foi histórica, já que ocorreu após a renúncia do papa Bento XVI. O argentino também foi o primeiro latino-americano a ser eleito ao encargo e o primeiro jesuíta.
sábado, 8 de junho de 2013
Papa Francisco critica casais que têm apenas um filho por conforto
Pontífice criticou cultura atual do 'conforto', do 'bem-estar' e do 'provisório'.
Segundo ele, casais deixam de ter filhos para poder viajar ou comprar casa.
O Papa Francisco criticou nesta segunda-feira (27) a cultura do "conforto" e do "provisório", alfinetando os casais católicos que desejam apenas um filho para poder continuar a "viajar de férias" ou "comprar uma casa".
"Quantos casais se casam e pensam em seu coração, sem ousar dizer: 'enquanto houver amor e, então, veremos depois'", observou Francisco durante a missa matinal.
O Papa se colocou no lugar de um pai católico de hoje: Não, eu não quero mais um filho, porque não poderemos viajar de férias, não poderemos ir a tal lugar, não poderemos comprar uma casa! (...) Nós queremos seguir o Senhor, mas até certo ponto".
"O bem-estar nos anestesia, nos faz mergulhar, nos tira a coragem de ir até Jesus. É a principal riqueza da cultura de hoje, a cultura do bem-estar", lamentou.
O Papa, que co-celebrou a missa com o cardeal Philippe Barbarin, arcebispo de Lyon, na capela da Casa Santa Marta, onde reside, falou de um "fascínio pelo provisório".
Francisco retomou fielmente, mas em termos concretos que podem estar na mente das pessoas, temas que seu antecessor Bento XVI expunha em termos abstratos: casamento concebido como temporário, medo de compromisso, preguiça e recusa de abandonar seu conforto pessoal.
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