sábado, 13 de julho de 2013

Arcebispo argentino assegura postura "firmíssima" do Papa Francisco contra o aborto





O arcebispo da Mendoza (Argentina), dom Carlos María Franzini, recordou que o cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa Francisco, liderou junto à Conferência Episcopal da Argentina (CEA), uma "firmíssima" postura contra o aborto e a favor da vida.

Em entrevista, dom Franzini, que trabalhou durante bom tempo com o Papa Francisco, sublinhou que o cardeal Bergoglio durante os anos da direção do episcopado argentino, "teve uma firmíssima postura a favor da vida, e não poderia ser de outra maneira".

O prelado denunciou que nos últimos anos na Argentina se desenvolve com especial virulência uma sutil estratégia a favor da cultura do aborto que apresenta como "não sendo mal, o que é intrinsecamente mal", a que o Papa Francisco respondeu por muitos anos "com uma ampla batalha a favor da vida em seu mais amplo espectro, desde o início de sua concepção, até a morte natural".

Dom Franzini explicou que há mais de 10 anos a CEA publica sua firme posição contra o aborto e precisou que "em todas estas declarações, estiveram muito presente o pensamento e a mão do cardeal Bergoglio".

"É uma comprometida batalha a favor da vida, não é contra ninguém, mas a favor da vida, que de tantas formas é ameaçada. A vida é ameaçada pelo aborto, e pelos que com eufemismos querem fazer com que não seja um crime", asseverou.

Do mesmo modo, o prelado também deplorou aqueles que colocam em perigo a vida das pessoas promovendo o consumo de drogas ou de álcool e também aqueles que de alguma forma colaboram com tudo aquilo que gera fome ou violência em qualquer de suas formas.

"A batalha a favor da vida tem muitas frentes, e quisemos como episcopado argentino ter mais de uma palavra para estimular o compromisso dos crentes nesta luta", concluiu.

Por sua parte o Papa Francisco se pronunciou em diversas ocasiões contra o aborto, e em uma carta enviada aos líderes do G8 e assinada no último dia 15 de junho, recordou que é necessário defender a vida dos mais fracos "inclusive daqueles que se encontram dentro do ventre de sua mãe".

De igual modo, no dia 12 de maio deste ano, dentro do marco da canonização da primeira santa colombiana, a madre Laura, pediu que se "garanta a proteção jurídica do embrião", e "se proteja o ser humano desde o primeiro instante de sua existência".

"O aborto nunca é uma solução", disse o cardeal Bergoglio em setembro de 2012, depois da publicação de um protocolo para abortos não puníveis na capital argentina.

Fonte: ACI Digital

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Dia de São Luis Gonzaga - Padroeiro dos adolescentes e jovens e dia do seminarista






Conhecido também como São Aluísio Gonzaga ou Aloysius Gonzaga












 

Nascido em Castiglione delle Stiviere na Lombardia, Itália no dia 9 de março de 1568 e morreu em 20 de junho de 1591 ,beatificado em 1605 e canonizado em 1726 e O Papa Benedito XIII o declarou padroeiro dos estudantes jovens e Pio XI o proclamou padroeiro da juventude cristã.



Luiz era o mais velho dos filhos do Marques de Ferrante de Castiglione que serviu ao rei Filipe II da Espanha e Marta Tana Santena .

A ambição do seu pai era que o seu filho mais velho fosse um grande líder militar.

 Na idade de 4 anos ele foi enviado para um campo militar e andava com uma miniatura de armadura militar e com uma espada.

 Ele disparou um canhão sem autorização e foi devolvido para casa .








Na idade de 7 anos ele experimentou uma visão espiritual e decidiu a perseguir a vida religiosa.









 Ele dizia sua s preces matinais e a noite desde sua infância e agora começava a recitar o Oficio da Bem-aventurada Virgem Maria todos os dias bem como os sete Salmos penitentes e outras devoções.

Quando ele tinha nove anos seu pai o colocou com o seu irmão Ridolfo aos cuidados do tutor Francesco de Medici em Florença para ensina-los o Latin e o italiano puro da Toscania.

Mas Luiz fez mais progresso nos estudos dos santos que nos seus estudos.

 Naquele mesmo ano e tomou os votos de castidade.

Daquele tempo em diante ele nunca olhou uma mulher no rosto, nem mesmo a sua mãe.

 Dois anos mais tarde em 1579 seu pai mudou os jovens para a corte do Duque de Mantua, que mais tarde o fez governador de Montserrat.

Já com o a idade de 11anos Luiz decidiu renunciar aos títulos e propriedades que tinha herdado.

 Logo depois ele contraiu um dolorosa doença renal que o atormentou pelo resto de sua vida.

 Mas deu a ele uma desculpa para gastar mais tempo em orações e ler a vida dos santos, escrita pelo grande Surius.

Ele começou a praticar severos e austeros jejuns com pão e água e não acendia fogo ao orar no inverno.

Inspirado por um livro de missionários jesuítas na Índia, ele começou a se preparar com a idade de 12 anos para ser um missionário jesuíta.

Ele reuniu um grupo de jovens pobres e começou a ensiná-los o catecismo durante os feriados de verão em Castiglione.

Em 1581 Don Ferrante foi chamado a servir a Imperatriz Maria da Áustria na sua viagem da Bohemia a Espanha.

 Sua família o acompanhou e ao chegarem na Espanha, Luiz e Rodolfo foram colocados ao serviço de Don Diego, príncipe das Austurias como pagens.

Ele teve então que cuidar do príncipe e estudar com ele, mas não se distraia da suas devoções.

Durante o tempo na corte do Dom Diego, Luiz resolveu entrar na Companhia de Jesus .

Obteve primeiro a provação de sua mãe e em seguida disse ao seu pai que queria entrar para a Ordem dos Jesuítas e este furioso não deu a sua permissão até que amigos intermediaram a questão e finalmente Don Ferrante deu seu consentimento provisório.

 Não obstante após a morte do príncipe os rapazes foram dispensados dos seus deveres na corte, mas o Marques tentou distrair o seu filho enviando a visitar cortes no norte da Itália em 1584.

 Ele esperava que o rapaz sucumbiria a vida fácil e farta na corte italiana.

 Quando isto não funcionou seu pai tentou a pressão diplomática Ele e seu amigos tentaram convencer o rapaz de deixar a sua vocação e Don Ferrante o enviou em um sem numero de comissões seculares esperando interessa-lo nos negocioso mundanos.

Mas Luiz não modificou e renovou seu pedido.

 Dom Ferrante usou como seu ultimo esforço os dignitários da Igreja para falar com o seu filho a respeito.

Finalmente seu pai foi persuadido quando a Comissão Imperial transferiu a sua sucessão para Rodolfo.








Em 1585 ele finalmente permitiu que a Luiz entrasse para a Ordem dos Jesuítas em Roma.











 
Em 25 de novembro de 1585 ele recebeu o noviciado jesuíta na Casa de Santo André.

Como tinha sua saúde abalada os jesuítas ordenaram que moderasse a sua austeridade.

Ele era obrigado a descansar, comer mais e era proibido de rezar fora dos horários.

 Ele foi mais tarde enviando a Milão para mais estudos e teve uma visão numa oração matinal que não viveria muito mais. Isto encheu seu coração de gloria e alegria.

A sua saúde debilitada forçou o seu retorno a Roma.

No ano seguinte a praga tomou conta de Roma.






Os jesuítas abriram um hospital e a Luiz foi permitido ajudar os pacientes, banhá-los e cuidar deles.

 Eventualmente ele contraiu a praga e surpreendentemente sobreviveu após receber os últimos sacramentos.







Uma noite Luiz caiu em êxtase e passou toda a noite neste estado e disse ao seu confesso que iria morrer na oitava de Corpus Christi.

Naquele dia ele estava muito melhor e o Reitor falou até em enviá-lo a Frascati.

Mas Luiz manteve a sua crença que iria morre naquele dia e pediu a extrema unção do Padre Bellarmino.

Logo depois Luiz ficou imóvel as vezes murmurando "em suas mãos Oh Senhor" e com olhos fixos no crucifixo ele faleceu com idade de 23 anos.



Sua biografia bem como suas cartas e os escritos religiosos mostram um caráter e um espirito religioso, sem comparação.




Ele foi enterrado debaixo do altar da Capela de Santo Inácio de Loyola em Roma.






 
Na arte litúrgica da Igreja São Luiz Gonzaga é geralmente mostrado com um jovem jesuíta com um crucifixo nas mãos ou com uma coroa a seus pés ou com um anjo ao seu lado, ou em êxtase elevado aos céus por anjos .







Ele é o padroeiro dos adoslescentes, dos jovens estudantes e da juventude católica.



Sua festa é celebrada no dia no dia 21 de junho.













LUIZ GONZAGA CRIANÇA



Papa Francisco 100 dias à frente da Igreja




AGÊNCIA ANSA
São Paulo – O papa Francisco completa nesta semana 100 dias à frente da Igreja Católica. O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, foi eleito Pontífice em 13 de março e foi entronado, oficialmente, no dia 19.
A eleição de Bergoglio foi histórica, já que ocorreu após a renúncia do papa Bento XVI. O argentino também foi o primeiro latino-americano a ser eleito ao encargo e o primeiro jesuíta.
Nesses 100 dias de Pontificado, Bergoglio ficou marcado por sua informalidade e discursos que pregam a humildade. Em diversas ocasiões, ele quebrou protocolos durante cerimônias oficiais, como quando assinou o gesso de uma menina na Praça São Pedro ou dispensou veículos oficiais do Vaticano.
Entre os dias 23 e 28 de julho, Francisco fará sua primeira viagem internacional. Ele irá ao Rio de Janeiro por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e visitará o Santuário Nacional de Aparecida, que fica no estado de São Paulo. (Ansa Brasil)

sábado, 8 de junho de 2013

Papa Francisco critica casais que têm apenas um filho por conforto

Pontífice criticou cultura atual do 'conforto', do 'bem-estar' e do 'provisório'.

Segundo ele, casais deixam de ter filhos para poder viajar ou comprar casa.


O Papa Francisco criticou nesta segunda-feira (27) a cultura do "conforto" e do "provisório", alfinetando os casais católicos que desejam apenas um filho para poder continuar a "viajar de férias" ou "comprar uma casa".

"Quantos casais se casam e pensam em seu coração, sem ousar dizer: 'enquanto houver amor e, então, veremos depois'", observou Francisco durante a missa matinal.
O Papa se colocou no lugar de um pai católico de hoje: Não, eu não quero mais um filho, porque não poderemos viajar de férias, não poderemos ir a tal lugar, não poderemos comprar uma casa! (...) Nós queremos seguir o Senhor, mas até certo ponto".
"O bem-estar nos anestesia, nos faz mergulhar, nos tira a coragem de ir até Jesus. É a principal riqueza da cultura de hoje, a cultura do bem-estar", lamentou.
O Papa, que co-celebrou a missa com o cardeal Philippe Barbarin, arcebispo de Lyon, na capela da Casa Santa Marta, onde reside, falou de um "fascínio pelo provisório".
Francisco retomou fielmente, mas em termos concretos que podem estar na mente das pessoas, temas que seu antecessor Bento XVI expunha em termos abstratos: casamento concebido como temporário, medo de compromisso, preguiça e recusa de abandonar seu conforto pessoal.
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O Papa Francisco durante visita ao subúrbio romano de Prima Porta, neste domingo (26) (Foto: AFP)O Papa Francisco durante visita ao subúrbio romano de Prima Porta, neste domingo (26) (Foto: AFP)

domingo, 26 de maio de 2013

Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec

Queridos irmãos e irmãs!
O sacerdócio do Novo Testamento está intimamente ligado à Eucaristia.  Hoje, Solenidade de Corpus Christi e próximos do fim do Ano Sacerdotal, somos convidados a meditar sobre a relação entre a Eucaristia e o sacerdócio de Cristo. … Ela é a alegria da comunidade, a alegria de toda a Igreja, que, contemplando e adorando o Santíssimo Sacramento, reconhece a presença real e permanente de Jesus, o eterno Sumo Sacerdote.
 
A primeira coisa que deve sempre ser tida em mente é que Jesus não foi um sacerdote conforme a tradição judaica. Sua família não era sacerdotal. Ele não pertencia aos descendentes de Aarão, mas de Judá, e, portanto, estava excluído do sacerdócio. A pessoa e a atividade de Jesus de Nazaré não se encontram no modo dos antigos sacerdotes, mas sim no dos profetas – e nesta linha, distanciou-se de uma concepção ritual de religião, criticando a abordagem que dava mais valor aos preceitos humanos ligados à pureza ritual do que à observância dos mandamentos de Deus, isto é, àquele amor a Deus e ao próximo que “vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios” (Marcos 12:33).
Mesmo dentro do Templo de Jerusalém, lugar sagrado por excelência, Jesus cumpriu um gesto puramente profético quando expulsa os cambistas e vendedores de animais, coisas que eram usadas para os tradicionais oferecimentos de sacrifícios. Portanto, Jesus não é reconhecido como um Messias sacerdotal, mas profético e real. Mesmo sua morte, que os cristãos corretamente chamam “sacrifício”, não tem nada dos antigos sacrifícios. Na realidade, foi o oposto: uma morte das mais infamantes, por crucifixão, que ocorreu fora dos muros de Jerusalém.
Em que sentido, então, Jesus é um sacerdote? A Eucaristia nos dá a resposta precisa. Podemos começar, novamente, daquelas palavras simples que descrevem Melquisedec: “Ele ofereceu pão e vinho” (Gênesis 14:18). É o que fez Jesus na última ceia: ofereceu pão e vinho, e neste gesto resumiu a Si mesmo e toda sua missão. Naquele ato, na oração que o precede e nas palavras que o acompanham, está todo o sentido do mistério de Cristo, como a Epístola aos Hebreus expressa em um passo decisivo que deve ser mencionado: “Nos dias de Sua vida terrena,” escreve o autor referindo-se a Jesus, “Ele ofereceu orações e súplicas, com fortes gritos e lágrimas a Deus que poderia salvá-Lo da morte, e, por causa de seu completo abandono a Deus, Suas orações foram ouvidas e respondidas. Embora ele fosse filho, aprendeu a obediência daquilo que sofreu e foi designado por Deus para ser sacerdote da ordem de Melquisedec”(5.8 to 10). Neste texto, que claramente alude à agonia espiritual do Getsemani, a paixão de Cristo é apresentada como uma oração e uma oferta. Jesus encara Sua “hora”, que leva à morte em uma cruz, imerso em profunda oração, que consiste na união de Sua própria vontade com o Pai. Esta vontade dupla e única é uma vontade de amor. Vivida nesta oração, a trágica prova que Jesus enfrenta é transformada em oferta, um sacrifício vivo.
A Carta aos Hebreus diz que Jesus “foi ouvido”. Em que sentido? No sentido que Deus Pai O libertou da morte e O ressuscitou. Foi ouvido precisamente por causa de Seu completo abandono à vontade do Pai: o plano de amor de Deus pôde perfeitamente ser cumprido em Jesus, que, tendo obedecido mesmo até a morte numa cruz, tornou-se “causa de salvação” a todos aqueles que Lhe obedecem. Ele se torna o Sumo Sacerdote, tendo tomado sobre Si todos os pecados do mundo, como o “Cordeiro de Deus”. É o Pai que dá este sacerdócio a Ele no próprio momento em que Jesus atravessa a passagem de sua morte e ressurreição. Não é um sacerdócio segundo a ordem da Lei Mosaica (cf. Lev. 8-9), mas “segundo a ordem de Melquisedec” – segundo uma ordem profética, dependente apenas de seu relacionamento singular com Deus.
Retornemos à expressão da Carta aos Hebreus que diz: “Sendo filho, aprendeu a obediência daquilo que sofreu”. O sacerdócio de Cristo envolve sofrimento. Jesus realmente sofreu, e assim o fez por nós. Ele era o Filho e não precisava aprender a obediência a Deus, mas nós precisamos: nós sempre precisamos e sempre precisaremos.
Por esta razão, o Filho assumiu nossa humanidade e Se permitiu ser “educado” na prova do sofrimento, permitiu-Se ser transformado por ele, como o grão trigo que, a fim de dar frutos, deve morrer no solo. Através deste processo, Jesus foi “feito perfeito”, em grego teleiotheis. Devemos nos deter sobre este termo porque ele é muito significante. Ele mostra a culminação de uma jornada, que é precisamente o caminho de educação e transformação do Filho de Deus mediante o sofrimento, mediante uma dolorosa paixão. É graças a esta transformação que Jesus Cristo tornou-Se “sumo sacerdote” e pôde salvar a todos que Nele confiarem. O termo teleiotheis, corretamente traduzido como “feito perfeito”, pertence a uma raiz verbal que, na versão grega do Pentateuco, i.e., os cinco primeiros livros da Bíblia, é sempre usada para indicar a consagração dos sacerdotes antigos. Esta descoberta é muito importante porque ela nos conta que a paixão foi para Jesus como que uma consagração sacerdotal. Ele não era um sacerdote segundo a Lei, mas tornou-Se um sacerdote existencialmente em Sua páscoa de paixão, morte e ressurreição: oferecendo-Se em expiação – e o Pai, exaltando-O sobre todas as criaturas, constituindo-O Mediador universal da salvação.
Retornamos agora, em nossa meditação, à Eucaristia, que logo estará no centro de nossa assembléia litúrgica e posterior procissão solene. Nela, Jesus antecipou seu sacrifício, não um sacrifício ritual, mas um sacrifício pessoal. Jesus, na Última Ceia, age movido por seu “espírito eterno” com o qual Ele depois oferecerá a Si mesmo na Cruz (cf. Heb. 9:14). Dando graças e louvando, Jesus transforma o pão e vinho. É o amor Divino que transforma: o amor com o qual Jesus aceita em antecipação o ato de dar-Se inteiramente a nós. Este amor não mais do que o Espírito Santo, que Espírito do Pai e do Filho, que consagra o pão e o vinho e muda sua substância no Corpo e Sangue do Senhor, tornando presente no Sacramento o mesmo sacrifício que ocorre cruelmente na Cruz.
Podemos, portanto, concluir que Cristo é o sacerdote verdadeiro e eficaz, porque é cheio da força do Espírito Santo, cheio da plenitude do amor de Deus, e isso, precisamente “na noite em que foi traído”, precisamente na “hora da escuridão” (cf. Lc 22:53). É esse poder divino, o mesmo poder que realizou a Encarnação do Verbo, que transforma a violência extrema e a injustiça extrema em um supremo ato de amor e justiça.
Este é o trabalho do sacerdócio de Cristo, que a Igreja herdou e carregou através da história, na forma dupla do sacerdócio comum dos batizados e aquele dos ministros ordenados, a fim de transformar o mundo com o amor de Deus. Todos, padres e igualmente leigos, são alimentados pela mesma Eucaristia, nós todos nos prostramos em adoração, pois na Eucaristia está presente nosso Mestre e Senhor, o verdadeiro Corpo de Cristo, Sacerdote e Vítima, a Salvação do mundo.
Vinde, exultemos com hinos de alegria! Vinde, adoremos a Ele! Amém.
Bento XVI
Homilia da Missa de Corpus Christi 2010

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Salmo 70 (Psalm 71)

Hi, 
This psalm  is my predilect, because tell me about hope to salvation. 
Prayer whith them. 

In You,o Lord, I take refuge let me never be put to shame.
In your justice rescue me, and deliver me, incline your ear to me and save me. Be my rock of refuge, a stronghold to give me safety, for you are my rock and my fortress. O my God, rescue me from the hand of the wicked, from the grasp of the criminal and the violent. 
For you are my hope, O Lord; my trust, O God, from my youth.

God bless you!

Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor:
Que eu nao seja envergonhado para sempre!
Pois sois justo, defendei-me e libertai-me
Escutai a minha voz e vinde salvar-me...

Deus te abençoe!
يرحمك الله